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ALAGOAS

06/11/2018 ás 07h39

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Redacao

ATALAIA / AL

Gás de cozinha tem reajuste de 8,5% e pode chegar a mais R$ 70 na revenda em Alagoas
O reajuste não será repassado de imediato ao consumidor final
Gás de cozinha tem reajuste de 8,5% e pode chegar a mais R$ 70 na revenda em Alagoas
GAS DE COZINHA

Os preços do gás liquefeito de petróleo de uso residencial (GLP-P13) - gás de cozinha de 13 quilogramas - estarão 8,5% mais caros a partir desta terça-feira (6). De acordo com a Petrobras, na média nacional, o preço de venda nas refinarias da companhia, sem tributos, será equivalente a R$ 25,07. Desde janeiro, quando passou a ter reajustes trimestrais, a alta acumulada do produto é de R$ 0,69 ou 2,8%.


Em Alagoas, o botijão de 13 kg é vendido por R$ 65, em média. Na hipótese de o reajuste ser repassado ao consumidor final, o preço do produto poderá chegar a R$ 70, em média.


O presidente da Associação dos Revendedores de GLP de Alagoas (Argal), Laedson Ferreira Soares, informou que o reajuste não será repassado de imediato ao consumidor final. Ele aguarda posicionamento das refinarias, mas acredita que o aumento só será embutido no fim deste mês, prazo de dissídio coletivo dos petroleiros.


Para seguir a metodologia atual, a Petrobras aplicou, este ano, reduções nos preços em janeiro e abril e uma elevação em julho. O preço representa um ajuste de R$ 1,97 em relação aos R$ 23,10 em vigor desde julho. Segundo a companhia, os motivos para a alteração dos preços foi a desvalorização do real frente ao dólar e as elevações nas cotações internacionais do GLP. “A referência continua a ser a média dos preços do propano e butano comercializados no mercado europeu, acrescida da margem de 5%”, apontou.


Conforme a Petrobras, “o objetivo da metodologia é suavizar os impactos derivados da transferência da volatilidade externa para os preços domésticos”. A estatal informou que o mecanismo leva em consideração a necessidade de praticar preços para o produto com referência no mercado internacional e a Resolução 4/2005 do Conselho Nacional de Política Energética.


A resolução “reconhece como de interesse para a política energética nacional a comercialização, por produtor ou importador, de gás liquefeito de petróleo (GLP), destinado exclusivamente a uso doméstico em recipientes transportáveis de capacidade de até 13kg, a preços diferenciados e inferiores aos praticados para os demais usos ou acondicionados em recipientes de outras capacidades”.


*Redação Alagoas Alerta com Agência Brasil

FONTE: *Redação Alagoas Alerta com Agência Brasil

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